ASSPROM | Assprom incentiva a 1ª Feira Mineira de Aprendizagem
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Assprom incentiva a 1ª Feira Mineira de Aprendizagem

Assprom incentiva a 1ª Feira Mineira de Aprendizagem

16:14 30 dezembro em Imprensa, Noticias
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A 1ª Feira Mineira de Aprendizagem, evento foi promovido pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de MG, em parceria com o Fórum de Erradicação e Combate ao Trabalho Infantil e Proteção ao Adolescente Trabalhador (FECTIPA-MG) aconteceu no dia 3 de dezembro, no auditório da CDL. Além da Assprom, participaram 18 entidades formadoras cerca de 600 representantes de empresas. O objetivo da Feira foi incentivar as empresas a contratarem aprendizes e facilitar a inclusão dos jovens no mercado de trabalho.

A abertura contou com a participação do secretário de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social, André Quintão, que expôs a importância de políticas que incentivem a inserção do jovem no mercado de trabalho. Ainda na abertura, o diretor de Inclusão Produtiva Urbana do Ministério de Desenvolvimento Social, Luiz Müller, destacou a importância de aliar o mundo do trabalho com a escola.

Na ocasião, a Assprom expôs suas ações em um estande para esclarecer dúvidas sobre as modalidades dos Programas de Aprendizagem oferecidos pela entidade. De acordo com a coordenadora de Seleção e Treinamento, Renata Pedrosa, a participação da entidade na Feira foi muito válida, uma vez que  foi possível apresentar as diversas modalidades dos programas e o trabalho realizado ao longo desses 40 anos de atuação. “Com nestas possibilidades de novas parcerias, a empresa ganha, ao investir no futuro de jovens profissionais e os aprendizes têm boas oportunidades de formação profissional”, contou.

Para a aprendiza da Assprom Rafaela Adriane Fagundes, que também esteve no evento, a feira é um incentivo para as empresas darem oportunidades aos aprendizes. “O programa da Assprom é uma grande porta que se abriu em minha vida. Na entidade, aprendo com os cursos e palestras, cada dia mais. Espero que as empresas vejam como a Aprendizagem nos possibilita um grande crescimento profissional”, afirmou.

A programação contou também com palestras sobre leis trabalhistas, rodas de conversas e apresentação de casos de sucesso.

Na parte da tarde, a gerente do projeto Social Raízes da Fundação Dom Cabral (FDC), Rafaela Araújo, falou sobre a parceria entre FDC e Assprom. “A Associação já nos entrega os adolescentes prontos. Na entidade, eles têm curso de secretariado, informática, serviços bancários. Então eles já vêm com toda essa capacitação e esse treinamento para nos apoiar. Essa experiência que vai além do cumprimento da cota, que é fundamental hoje, pois temos que cumprir a lei, mas é uma experiência individual também. A empresa é formada de indivíduos e é um aprendizado muito grande para a gente ter contato com esses jovens. Eles vêm com um conhecimento prévio que a gente aproveita muito no nosso dia a dia e eles têm muito a ensinar. É preciso estar de coração aberto para recebê-los, para ensinar e procurar aprender com eles. Hoje a fundação é um caso de sucesso em relação aos aprendizes.”, enfatizou.

A coordenadora da Fectipa, Elvira Cosendey, encerrou as atividades falando o quanto estava orgulhosa com o resultado da Feira. “Este evento foi um sucesso porque as empresas se sensibilizaram, compareceram aqui e essas que compareceram terão um olhar diferenciado em relação a tudo que envolve o programa. Precisamos ver essa juventude com outro olhar. A gente quer mostrar para Belo Horizonte, Minas e Brasil que temos 30 mil jovens que acordam cedo, que trabalham, estudam e fazem a formação profissional. São jovens com muita responsabilidade e é isso que queremos mostrar, que isso é possível. O que nos motiva estar aqui é saber que podemos oportunizar para esses adolescentes uma vida nova”, concluiu.

Lei da Aprendizagem

A aprendizagem profissional foi instituída pela Lei nº 10.097/2000 e regulamentada pelo Decreto nº 5.598/2005, que determina a todas as empresas de médio e grande porte devem contratar adolescentes e jovens entre 14 e 24 anos. Os jovens beneficiários são contratados por empresas como aprendizes de ofício, ao mesmo tempo em que são matriculados em cursos de aprendizagem, em instituições qualificadoras reconhecidas, responsáveis pela certificação.

A cota de aprendizes está fixada entre 5%, no mínimo, e 15%, no máximo, por estabelecimento, calculada sobre o total de empregados cujas funções demandem formação profissional, cabe ao empregador, dentro dos limites fixados, contratar o número de aprendizes que melhor atender às suas necessidades.

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